"Saudades! Tenho-as até do que me não foi nada, por uma angústia de fuga do tempo e uma doença do mistério da vida. Caras que via habitualmente nas minhas ruas habituais - se deixo de vê-las entristeço; e não me foram nada, a não ser o símbolo de toda a vida."
Uma correria na alma, uma nostalgia que se apodera do espírito, uma sensação de que nada mais há a fazer. Desistir? Baixar a cabeça? Sim as vezes é preciso partir, e acima de tudo saber perder.
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