Botões esquecidos

Lisboa, Portugal
"Saudades! Tenho-as até do que me não foi nada, por uma angústia de fuga do tempo e uma doença do mistério da vida. Caras que via habitualmente nas minhas ruas habituais - se deixo de vê-las entristeço; e não me foram nada, a não ser o símbolo de toda a vida."

quarta-feira, 7 de março de 2012

“Sentir tudo de todas as maneiras,
Viver tudo de todos os lados,
Ser a mesma cousa de todos os modos possíveis
Ao mesmo tempo,
Realizar em si toda a humanidade de todos os momentos
Num só momento difuso, profuso, completo e longínquo,
 eu quero  ser sempre aquilo com quem simpatizo,
eu torno-me sempre, mais tarde ou mais cedo,
aquilo com quem simpatizo, seja uma pedra ou uma ânsia,
seja uma flor ou uma ideia abstrata,
seja uma multidão ou um modo de compreender Deus."

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